quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Manifestantes deixam Câmara e sessão é retomada

Manifestantes invadem Câmara e pedem intervenção militar no país (Fotos: Agência Câmara)

Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil

Todos os manifestantes que invadiram na tarde de hoje (16) o Plenário da Câmara dos Deputados já deixaram o local. Com isso, a sessão foi retomada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

Antes, Maia determinou ao Departamento de Polícia Legislativa que prendesse todos os manifestantes que invadiram o plenário da Câmara. Eles foram levados pelas polícias Federal e Legislativa.

“Eles entraram no plenário, depredaram e a ordem que dei ao diretor do Depol é que todos saiam daqui presos e sejam levados com o apoio da Polícia Federal, porque nós não vamos aceitar esse tipo de abuso e de agressão ao Parlamento”, disse Maia.

Polícia Federal

Os manifestantes detidos pela Polícia Legislativa foram levados para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília. De acordo com assessoria de imprensa da Câmara, os envolvidos na invasão serão indiciados com base na lei que define crime contra a segurança nacional por tentativa de impedir o trabalho de um dos Três Poderes.

A pena prevista para esse crime é de dois a seis anos de prisão.

Além disso, dois manifestantes identificados como agressores de um policial legislativa e um assessor parlamentar, serão indiciados também por dano qualificado e lesão corporal.

A decisão sobre a permanência na sede da PF ou liberação dos manifestantes caberá à Polícia Federal.

Tumulto

No meio da tarde, manifestantes invadiram o plenário da Câmara dos Deputados. Houve tumulto, a sessão foi suspensa e o local fechado. O grupo, formado por cerca de 50 pessoas de dez estados do país, defendia fim da corrupção, dos supersalários e intervenção militar no país. A porta de vidro que dá acesso ao plenário foi quebrada.

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