quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Paulo Rubem Santiago troca PDT por PSOL

Foto: Eric Gomes/Divulgação

Blog do Jamildo

O ex-deputado federal Paulo Rubem Santiago vai se filiar ao PSOL no próximo dia 13 de março. A informação foi confirmada pelo próprio político para o Blog de Jamildo. Paulo Rubem informou que as documentações ficarão prontas até a próxima sexta-feira (17), mas só irá ocorrer o processo no próximo mês.

Paulo Rubem ainda informou que não tem nenhuma expectativa para as eleições de 2018. O assunto só será discutido após o carnaval. “Ainda estou fechando uma série de contatos com a bancada federal. Eles que irão participar do processo da filiação”, disse.

Por enquanto, Paulo Rubem anda conversado com amigos do partido para fazer análises políticas. “Tenho conversado com meus amigos pessoais como o deputado Ivan Valente (SP) e Chico Alencar (RJ) para analisar a atual conjuntura política. Mas nada foi definido sobre as eleições de 2018”, explicou.

O ex-deputado é professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e já passou pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo Partido Democrático Brasileiro (PDT).

Ele foi um dos fundadores do PT, partido em que ficou durante 27 anos e foi um dos primeiros candidatos pela legenda a um cargo eletivo. Em 2007, o professor abandonou sua pré candidatura nas eleições de 2008 para a prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, deixando o PT, alegando que o partido apoiou outro candidato.

Paulo Rubem migrou para o PDT, legenda em que permaneceu até março de 2016.

Nas eleições de 2014, Paulo se candidatou a vice-governador na chapa do senador Armando Monteiro neto (PTB). Em sua saída no ano passado, fez críticas sobre a forma de atuação do PDT no Estado, além da aliança dos pedetistas com o PSB que, segundo ele, se colocavam, na época, no campo de “oposição conservadora” ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Em abril de 2015, Paulo Rubem foi nomeado pelo Ministério da Educação para assumir a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). No entanto, pediu demissão um ano depois, após o atual presidente, Michel Temer (PMDB), ter assumido o governo, na época interinamente, alegando que não reconhecia o governo como legítimo.

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